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A procura por uma rede de cuidados de saúde de elevada qualidade democratizou-se nas últimas duas décadas.
No entanto, será que todos têm o seguro de saúde que melhor responde às suas necessidades? Elas variam em função da sua idade e da composição do agregado familiar, por exemplo. Escolher o melhor seguro de saúde é mais complexo do que parece.
Precisar de ir ao médico e não poder porque só há consultas disponíveis para daqui a várias semanas é uma frustração e, sobretudo, um perigo para a saúde.
A subscrição de um seguro de saúde, para si e para a sua família, faz com que tenha acesso a uma rede de médicos e laboratórios de excelência sem ter de passar por estes intermináveis períodos de espera.
As nossas necessidades de saúde aos 25 são diferentes de quando completamos 50 anos de vida. A hospitalização (internamento e cirurgia) é a cobertura base na maioria dos seguros, mas a subscrição das outras coberturas depende do seu perfil.
> Ambulatório: atos médicos que não implicam um internamento: consultas, urgências, análises, exames e fisioterapia. Alguns seguros limitam o número de consultas a que poderá aceder por ano. Por isso é tão importante a escolha do seguro de saúde correto.
> Parto: uma mais-valia para quem quer aumentar a família.
> Estomatologia: garante o pagamento de despesas com dentistas e restantes áreas da medicina dentária. Importante para quem prevê um tratamento prolongado de ortodontia ou tem filhos pequenos com dentes a nascer.
Além destas coberturas, um seguro de saúde pode garantir o pagamento das despesas com próteses (como os aros e lentes graduadas), lentes e medicamentos a um custo mais reduzido. A paleta de coberturas disponíveis inclui uma segunda opinião médica e uma proteção adicional para doenças consideradas graves.
O capital é o montante que pode gastar, num ano, ao utilizar determinada cobertura. Se o limite para um parto for de 5.000 euros, o seguro vai responsabilizar-se pelo pagamento do ato médico até esse valor. Há, todavia, situações em que pode ser-lhe pedido um copagamento.
O copagamento é o montante que fica a cargo do segurado, por cada ato ou conjunto de atos médicos, quando recorre aos serviços da rede convencionada do seguro. Nestes casos, uma parte reduzida da despesa ficará a seu cargo.
É, por isso, importante que faça as contas e decida qual será o limite ideal de cada cobertura para si e para a sua família.
Se for a um médico da chamada “rede convencionada” (os prestadores de saúde protocolados com o seu seguro), não precisa de adiantar o valor de uma consulta. Basta que apresenta o seu cartão do seguro e salde o copagamento. Se preferir consultar um médico fora da rede, terá de pagar essa consulta. No entanto, enviada a fatura do ato médico para o seguro, será ressarcido de uma parte dessa despesa.
Compare os montantes de copagamento por ato médico e perceba quanto lhe vão custar alguns serviços mais relevantes e que pensa usar com mais frequência. Consultas, exames ou óculos podem ser bons elementos de análise.
O período de carência é o lapso de tempo em que não se pode acionar o seguro após a subscrição. Na maioria dos seguros de saúde varia entre os 90 dias para consultas e 365 dias o parto ou algumas cirurgias.
Habitualmente, se já tiver um seguro de saúde e quiser transferi-lo para outra seguradora, este período de carência não lhe será aplicável.
E quando não poder ir ao médico, vai o médico até si. O serviço de Assistência de um seguro de saúde garante o envio de um médico, enfermeiro ou medicação ao domicílio. Além disso, a aplicação das novas tecnologias permite que faça consultas online com o seu médico ou realize uma tele-entrevista para triagem de qualquer problema.
Se juntar elementos da sua família ao seguro vai conseguir poupar no prémio mensal. Atenção que a maioria dos seguros de saúde só admite a inclusão de filhos até aos seus 25 anos de idade. Há, todavia, seguros ajustados às necessidades dos jovens adultos.
O seu historial clínico e idade serão muito importantes para o prémio do seguro a pagar.
Ficou esclarecido?
Para qualquer dúvida ou aconselhamento, não hesite em entrar em contato connosco:
O Seguro Vida Crédito Casa é algo que tem de ter em consideração ao fazer um empréstimo para a compra de uma casa. Para conceder o crédito, o banco exige que contrate um Seguro de Vida, como garantia para a instituição de crédito e para o cliente de que o empréstimo será pago em caso de morte ou invalidez do segurado e que as finanças da família serão poupadas.
Pode encontrar opções com diferentes níveis de proteção, para cobrir as várias necessidades que possa ter. De modo a uniformizar os pagamentos relativos ao crédito, é comum os clientes pagarem mensalmente o valor do seguro, agregando-o ao pagamento mensal do empréstimo.
Embora este seguro possa não ser uma necessidade fundamental para todas as pessoas, mesmo sendo uma exigência da instituição de crédito, a verdade é que reúne várias vantagens a levar em conta:
Um Seguro Vida Crédito Casa pode garantir, em caso de morte prematura do segurado, que não está a deixar dívidas à sua família. Apesar de não existir um pagamento aos familiares em caso de morte, visto que o beneficiário é a instituição de crédito, este seguro retira aos familiares a responsabilidade relativa ao empréstimo da casa, caso o segurado morra antes da liquidação da totalidade do empréstimo.
Existem várias coberturas que foram pensadas para o proteger contra outros riscos além da morte prematura, de acordo com a opção contratada, como a invalidez definitiva para a profissão ou atividade compatível, ou uma doença grave.
O Seguro Vida Crédito Casa pode ser contratado à distância sem necessidade de se deslocar a nenhum ponto de venda. Para além disso, as formalidades médicas são muito reduzidas e realizadas por telefone por profissionais de saúde, para sua comodidade e com total confidencialidade.
Em caso de morte ou invalidez de uma das pessoas seguras, com as garantias típicas de um seguro de vida, a queda do seu rendimento mensal fará com que as finanças da família sofram um rombo. Mesmo que o pagamento do empréstimo deixe de ser uma preocupação, há muitas outras despesas que não desaparecem. E é preciso que essas estejam garantidas. Saiba mais sobre estas coberturas junto da nossa equipa.
Peça já a sua simulação do Seguro de Vida Crédito Casa e esclareça todas as suas questões:
Se os casais jovens não conseguem amealhar um valor considerável em pouco tempo, que proteja o seu futuro em caso de infortúnio, a forma mais eficaz de terem acesso a um capital razoável é através de um seguro de vida, diferente daquele que lhes garante o pagamento do empréstimo para a casa. Lembre-se: quanto mais jovem, mais barato!
Há soluções que respondem a situações de morte, invalidez e doenças graves. E é possível ter mais do que um seguro de vida? Na mesma companhia? Em caso de incidente, pagarão os vários capitais? A resposta a todas estas questões é sim. A partir do momento em que a seguradora aceita fazer esse seguro, pode ter os contratos que desejar e receber, nos casos previstos na apólice, o valor dos capitais.
O objetivo é compensar a perda de rendimento durante um período relativamente prolongado. Vamos fazer um exemplo para ajudar. Imagine uma família em que um dos pais tinha um ordenado mensal de 1 000 euros. Ao suceder uma fatalidade, perdem esse rendimento. Por um lado, devido ao seguro de vida associado ao crédito, deixam de pagar o empréstimo da casa, que representava um encargo de 400 euros por mês. Assim, deverão compensar uma quebra de 600 euros. Fazendo as contas, 600 x 12 = 7 200 euros anuais.
Considerando que pretendemos assegurar a educação de um filho até à faculdade, por exemplo, esse valor deve ser multiplicado pelos anos que faltam até ele tirar o curso. Vamos supor que estão a faltar 16 anos. Então, o capital do seguro deverá rondar os 115 200 euros (7 200 x 16).
Há ainda um detalhe de que temos de falar: a cobertura de invalidez. Vamos ser claros. Uma morte é sempre um acontecimento dramático, mas, por vezes, uma invalidez permanente coloca uma família numa situação ainda mais complicada. Sabemos que nesses casos, as ajudas financeiras nunca são suficientes, dada a quebra de rendimentos e as despesas crescentes decorrentes da nova realidade, que se podem traduzir em necessidade de obras de adaptação da casa, contratação de ajuda de terceiros, entre outras.
É fundamental que a apólice de seguro tenha contemplada a garantia de invalidez. E não aceite uma invalidez qualquer. Garanta que lhe pagam o capital se não puder prosseguir a sua atividade profissional. É essa a proteção que lhe interessa. Ainda que possa ser um pouco mais cara, quanto mais abrangente for o conceito de invalidez, maior o nível de proteção.
Confirme se a cobertura de invalidez do seguro de vida associada ao seu crédito habitação é suficientemente abrangente para garantir que, em caso de imprevisto, tem efetivamente a casa paga.
Neste sentido o mais aconselhável é ter uma percentagem de invalidez de 66% ou inclusive 60%, por isso tenha atenção, na maioria dos casos as instituições bancárias apenas exigem a invalidez menos abrangente, ativável nos casos mais graves – invalidez absoluta e definitiva que por norma carece de um grau de invalidez superior ou igual a 85%.
Quer saber mais? Então peça-nos mais informações ou uma simulação.
Ter um seguro automóvel é um requisito obrigatório para conduzir o seu carro em Portugal, na Europa e noutros países. Com tantas opções e preços disponíveis, pode ser difícil decidir qual o seguro automóvel que melhor se adequa às suas necessidades. Por isso, apresentamos-lhe as respostas às perguntas mais comuns acerca de seguros automóvel.
Qualquer veículo terrestre que circule na via pública precisa de ter um seguro de responsabilidade civil por danos materiais e corporais a terceiros. Se eventualmente for encontrado a conduzir um carro sem seguro, poderá ser multado, o veículo apreendido, e perderá pontos na carta de condução.
Se viajar de carro para fora do país, deve consultar a sua Carta Verde para se certificar se é válida nos países por onde irá circular. Se ainda assim tiver dúvidas, deve informar-se junto do seu mediador, com antecedência, da necessidade de contratar uma extensão ao seguro.
A sua cobertura irá depender da opção que contratar, variando desde a cobertura mínima até outro tipo de pacotes que o protege em mais situações.
Existem dois tipos de seguro automóvel:
Responsabilidade Civil e Terceiros – Esta opção garante a proteção obrigatória, a assistência em viagem e cobre apenas danos a terceiros. Ou seja, ao veículo ou à propriedade de outra pessoa ou a um indivíduo (incluindo morte ou ferimentos). Cobre também as despesas legais em que possa incorrer. Contudo, esta opção não cobre o custo de reparação ou de substituição do seu próprio carro quando a responsabilidade pelo acidente seja sua.
Danos Próprios – Esta opção oferece uma proteção mais completa. Para além das coberturas de base (responsabilidade civil e terceiros), acresce a proteção do seu veículo em caso de acidente, por exemplo choque, colisão e capotamento.
Dependendo das companhias, existem ainda planos intermédios que juntam à cobertura base a proteção do seu veículo contra roubo, incêndio e catástrofes naturais.
Em cada opção é sempre possível acrescentar outras coberturas e serviços como, por exemplo, quebra de vidros, ou um veículo de substituição, entre outros.
Os preços do seguro automóvel variam consideravelmente, dependendo das opções e das coberturas facultativas. O tipo e ano de fabrico do veículo tem influência, bem como a experiência e idade do condutor.
Seguem-se alguns fatores de risco a ter em consideração:
– Onde vive e onde circula;
– Número de anos com carta de condução;
– A sua idade;
– O tipo de carro que conduz;
– O seu histórico de participação de acidentes, com responsabilidade, às seguradoras.
Em primeiro lugar, precisa de facultar os dados do tomador do seguro e do condutor habitual (se for outra pessoa). Depois, os dados da carta de condução do condutor habitual, o registo do automóvel e comprovativo de Inspeção Periódica Obrigatória.
Pode adicionar o seu filho temporária ou permanentemente como um condutor habitual ao seu seguro, por exemplo. Por vezes, adicionar um condutor inexperiente ao seu plano pode aumentar o preço, já que as seguradoras podem considerar que é um risco maior. O custo irá depender do seu histórico de condução e da sua idade, e terá uma taxa administrativa. No entanto, se o seu filho for realmente o condutor habitual do veículo e isso não estiver indicado no seguro, a seguradora pode acabar por recusar o pagamento quando tiver um acidente. Deve sempre perguntar à sua seguradora se esta opção se aplica ao seu seguro e quais são as particularidades da mesma.
Em primeiro lugar, tenha sempre no seu carro a Declaração Amigável de Acidente de Automóvel (DAAA). Em algumas companhias de seguro já é possível fazer esta participação online ou através de aplicação da companhia.
Em segundo lugar, anote a matrícula, marca e modelo dos carros envolvidos no acidente. Deve ainda tomar nota dos seguros dos outros veículos, bem como dos contactos dos outros condutores. Poderá ser útil tirar fotografias e pedir o contacto de testemunhas, se existirem. Em qualquer caso, deve informar a sua seguradora o mais rapidamente possível.
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O seguro multirriscos, também conhecido como seguro habitação ou seguro da casa, é fundamental para manter protegida a sua casa e a sua carteira. Isto porque, e consoante as coberturas que subscrever, pode garantir que, em caso de algum imprevisto, a sua habitação e os bens que tem no seu interior ficarão segurados pela sua companhia de seguros.
Um seguro multirriscos tem como principal função oferecer um conjunto de coberturas que protegem os danos no seu imóvel e ainda o recheio da sua casa.
O capital que deve segurar, deve ser o valor da reconstrução do imóvel. Sempre que fizer obras ou alterações ao edifício, deverá aumentar o capital seguro, para que este continue a assegurar o imóvel a 100%. Pois a seguradora só irá pagar os prejuízos referentes ao valor do capital seguro.
Por exemplo, se o custo da reconstrução de um edifício for de 200 mil euros e se estiver seguro por 150 mil euros, neste caso a seguradora será responsável apenas por 75% dos prejuízos causados, ficando os restantes 25% ao cargo da pessoa segurada, neste caso a seu cargo.
Se recorrer ao seguro, e dependendo das coberturas que subscrever, ficará seguro de qualquer prejuízo sofrido tanto com o edifício como com o recheio do imóvel. Prejuízos estes que podem ser resultado de incêndios, catástrofes naturais, furto, inundações, tempestades, problemas elétricos, danos de bens imóveis, entre tantos outros. No entanto, o prémio vai ser calculado, com base nas coberturas contratadas.
Mas há quem vá um pouco mais longe e acrescente a cobertura do respetivo recheio, incluindo mobiliário, equipamentos eletrónicos, vestuário e até joias e obras de arte.
Tanto num caso como no outro existem coberturas contra danos graves provocados por inundações, incêndios, tempestades ou atos de vandalismo, entre outras situações. O nível de proteção pode ainda ser reforçado, contratando coberturas como riscos elétricos, quebra de vidros ou furto ou roubo.
O que cobre habitualmente este seguro?
As coberturas de um seguro variam de companhia para companhia. Às opções já pré-feitas pelas seguradoras, que por norma são a básica e a intermédia, pode optar por uma solução mais avançada, onde pode adicionar outras coberturas.
Portanto, o que cobre a apólice vai depender do que subscrever. No entanto, podemos enumerar alguns exemplos de coberturas que costuma incluir, tais como:
Incêndio, raio ou explosão;
Inundações;
Pesquisa de avarias;
Responsabilidade civil (decorrentes de lesões materiais e ou corporais, involuntariamente causados a terceiros);
Roubo de bens de uso pessoal;
Danos causados por água (rutura de canalizações);
Cobertura de riscos elétricos (para os seus equipamentos);
Para poder escolher um seguro multirriscos, saiba que as várias seguradoras praticam valores semelhantes entre si, mas que diferem nas coberturas e noutros detalhes, por isso, a forma mais simples de poder escolher a melhor proposta quanto aos seus seguros é com o seu Mediador não exclusivo.
A mais valia desta opção é o conhecimento sobre o mercado das seguradoras e conseguirmos identificar em todas elas qual será a melhor proposta consoante as características do cliente e os diferentes seguros que pretende contratar.
Se vive num prédio em regime de Propriedade Horizontal ou Condomínio com zonas comuns (portões, jardins, caminhos, piscina, anexos…), o seguro multirrisco com responsabilidade civil é obrigatório.
De qualquer forma, é sempre melhor proteger o lar da sua família para qualquer eventualidade.
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O seu negócio é importante para si. A segurança e estabilidade do seu negócio são muito importantes para si. E por isso é importante para nós!
Em cada área de atividade, independentemente da dimensão do seu negócio, é necessário proteger o futuro da sua empresa por isto, precisa de soluções de seguro adaptadas à sua realidade.
Porque para nós, cada negócio é um cliente e cada cliente é único!
Quer sejam danos ao património, perdas financeiras, ou danos provocados a terceiros, nenhuma empresa está livre de acidentes que coloquem em causa anos de trabalho, criatividade e dedicação, com impactos para a própria empresa e também para o ecossistema que dela depende – proprietários, clientes, fornecedores e equipas de trabalho.
Dispomos para a sua empresa, de soluções de seguro de responsabilidade civil, acidentes de trabalho ou pessoais, auto empresas ou multirrisco, entre outros produtos mais específicos e adaptados a cada realidade.
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